segunda-feira, 18 de julho de 2011

DROGA.... COISA ANTIGA!

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Heroína da Bayer

Um frasco de heroína da Bayer. Entre 1890 a 1910 a heroína era divulgada como um substituto não viciante da morfina e remédio contra tosse para crianças.
A frask of heroine from BAYER, Between 1890 nd 1910 heroine was considered a non-addicting substitute for morfine and a remedy against cough for childern


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Vinho de coca

O vinho de coca da Metcalf era um de uma grande quantidade de vinhos que continham coca disponíveis no mercado. Todos afirmavam que tinham efeitos medicinais, mas indubitavelmente eram consumidos pelo seu valor "recreador" também.
Metcalf Coca Wine was one amongst a large variety of wines containing coca available on the market . Users alleged medicinal effects but doubtless were consumed for their "recreational" effect




 


Vinho Mariani
O Vinho Mariani (1865) era o principal vinho de coca do seu tempo. O Papa Leão XIII carregava um frasco de Vinho Mariani consigo e premiou seu criador, Angelo Mariani, com uma medalha de ouro.
Mariani Wine (1865) was at the time the principal brand of coca wine. Pope Leo XIII always carried a frask of Mariani Wine with himself and and awarded a Gold Medal to its inventor, Angelo Mariani.





          

Maltine          
Esse vinho de coca foi feito pela Maltine Manufacturing Company de Nova York. A dosagem indicada diz: "Uma taça cheia junto com, ou imediatamente após, as refeições. Crianças em proporção."


The dosing recommendation for this "Maltine" Coca Wine was "one full glass during or immediately after meals.

Childern proportionally"
 

 


Peso de papel : Paper Weight         
Um peso de papel promocional da C.F. Boehringer & Soehne (Mannheim, Alemanha), "os maiores fabricantes do mundo de quinino e cocaína". Este fabricante tinha orgulho em sua posição de líder no mercado de cocaína.

A promotional paper weight from C.F.Boehringer & Soehne (Mannheim, Germany), a.o. states "the largest manufacturers in the world of quinine and cocaine", proud of their market position in the cocaine trade.



            

Glico-Heroína :

         
Propaganda de heroína da Martin H. Smith Company, de Nova York. A heroína era amplamente usada não apenas como analgésico, mas também como remédio contra asma, tosse e pneumonia. Misturar heroína com glicerina (e comumente açúcar e temperos) tornada o opiáceo amargo mais palatável para a ingestão oral.
           
Heroine propaganda of Martin H. Smith Company, New York. Heroine was amply used not only as a pain killer, but also as a remedy against asthma, cough and pneumonia. Heroine was mixed with glicerine, spices and sugar to turn it more tasteful












Ópio para asma            
Esse National Vaporizer Vapor-OL era indicado "Para asma e outras afecções espasmódicas". O líquido volátil era colocado em uma panela e aquecido por um lampião de querosene.
Vaporizer for Asthma and other spasmodic affections. The liquid, placed in a pan, was heated with a petrol lamp.

        
     
        
Tablete de cocaína (1900)                  
Estes tabletes de cocaína eram "indispensáveis para cantores, professores e oradores". Eles também aquietavam dor de garganta e davam um efeito "animador" para que estes profissionais atingissem o máximo de sua performance.
Against throat ailments and "indispensable for singers, professsors and speakers"; also praised for its "animating effect" for the mentioned professionals to reach maximum performance



            "Drops de Cocaína para Dor de Dente - Cura instantânea          

Dropes de cocaína para dor de dente (1885) eram populares para crianças. Não apenas acabava com a dor, mas também melhorava o "humor" dos usuários.
See label

        



   
Ópio para bebês recém-nascidos       
Você acha que a nossa vida moderna é confortável? Antigamente para aquietar bebês recém-nascidos não era necessário um grande esforço dos pais, mas sim, ópio.. Esse frasco de paregórico (sedativo) da Stickney and Poor era uma mistura de ópio de álcool que era distribuída do mesmo modo que os temperos pelos quais a empresa era conhecida. "Dose - [Para crianças com] cinco dias, 3 gotas. Duas semanas, 8 gotas. Cinco anos, 25 gotas. Adultos, uma colher cheia."
O produto era muito potente, e continha 46% de álcool.
       
Para acalmar recém-nascidos.  Veja o rótulo para a dosagem!
       

Medicamentos...drogas antigas.


 
Rosana Simpson

sábado, 9 de julho de 2011

ILHA DE FERNANDO DE NORONHA


Vergonha total!
A paradisíaca ilha de Fernando de Noronha é um município pertencente ao Estado de Pernambuco. O que eu li há uns dias atrás me deu nojo! Constatar a miséria camuflada por um sistema corrompido e cruel, que  faz e desfaz, conforme seja a conveniência. Um verdadeiro descaso, fazendo pessoas e eleitores de palhaços, tornando a vida dos ilhéus um inferno. O que se lê nas negras páginas da reportagem de Clara Alves e fotos de Ricardo Labastier, que revela a realidade nua e crua daquele paraíso, onde eu dou os meus pêsames ao administrador (?) da ilha. Como eu gostaria que “todos” pudessem ter lido o que acontece realmente por debaixo dos panos! É revoltante! O que fará o poder público a partir disso? Quem será punido nesses crimes contra o dinheiro público? Quem ressarcirá  os prejuísos??? Pelo que eu já sei... rsrsrs... como sempre...será “mais uma” de calabresa!!!
Leia um trecho da excelente matéria publicada em 26/06/2011 pela equipe do Jornal do Commercio:
A república de Noronha
Longe das praia e dos golfinhos, a Noronha que o turista não vê esconde favelas, hospital sucateado, ensino de faz de conta e uma liberdade vigiada.
O paraíso às avessas. Em texturas, retratos e flagrantes que se distanciam dos dias ensolarados, do azul cristalino do oceano, da beleza exuberante de uma Fernando de Noronha que o mundo acostumou-se a enxergar ou a imaginar. Aqui o cartão-postal emoldura uma outra ilha: a República de Noronha. O turista vai e não vê. Ninguém vê. Ninguém sabe dos meninos de pés de plásticos que desafiam a lama para chegar à escola, num ritual tão humilhante quanto cotidiano. O pacote turístico não prevê visitas ao Carandiru, como é chamado o prédio público ocupado por famílias que vivem espremidas em quartinhos, disputando varal e banheiro coletivos. Tampouco passeia pela favela de iglus, que se esconde no quintal do Projeto Tamar. Este, sim, visitado e festejado. Coisa de Primeiro Mundo. Mas quem se arrisca a olhar por trás das maquetes de tartarugas gigantes que enfeitam o local vai descobrir moradores vivendo em casas de zinco, com ratos, mosquitos e paredes que dão choque quando chove.

Foi do exercício incômodo de olhar para muito além do alumbramento que emergiram as imagens deste especial. Nessa outra ilha, aqui desvendada, o dinheiro público destinado à escola é desperdiçado em equipamentos que envelhecem em caixas fechadas; professor morto figura em lista para receber gratificação; salas de hospital viram depósitos; médicos dão diagnósticos errados; livros se estragam para beneficiar interesses privados. As leis na República de Noronha se ajustam às conveniências políticas. São códigos próprios. Estabelecidos em função de práticas nem sempre republicanas. O que é proibido a muitos vira autorização para poucos. Pelo ato milagroso de uma simples canetada.
O que se viu e ouviu quebra o silêncio. Escancara o absurdo. A reportagem espia lá dentro. Entra nas casas, na escola, no hospital, na usina de lixo. E em todos esses lugares descobre flagrantes de irregularidades, má gestão, descaso, abandono, tráfico de influência e desrespeito ambiental. Ao mudar o foco, a paisagem se desloca de lugar. Deixa de ser as praias deslumbrantes, os simpáticos golfinhos, os morros e picos, o fundo do mar. Passa ser a gente da ilha. Não a que passa, tira fotos, gasta milhares de reais, se encanta e vai embora. Mas a que dorme e acorda, com suas crianças e adultos vivendo amontoados por não ter onde morar. É gente que não pode, mas precisa pagar, no mercado negro, R$ 60 mil por uma folha de papel apenas para ter o direito de comprar um carro ou uma moto (o preço do carro e da moto é por fora). Ou que espera meses, anos até, por uma autorização para consertar o telhado de casa ou comprar um vaso sanitário.
Pela primeira vez na imprensa nacional, a ilha paradisíaca fincada no meio do Atlântico ganha as páginas de um jornal para ser descrita e esmiuçada de uma outra forma. Sob uma nova e desconcertante perspectiva. É o antipostal, com as margens pretas, em vez de brancas. Contar o outro lado dessa história trouxe revelações surpreendentes. No esforço de dar voz a quem nunca ousou falar, descobriu-se uma Noronha que respira uma liberdade velada, inimaginável nos atuais dias de democracia brasileira. Uma falta de liberdade que lembra o ar vigiado de uma outra ilha, no Caribe, a ilha do ditador Fidel Castro. Realidades diferentes, mas com similitudes no sentimento de quem vive como se tivesse a alma aprisionada.


Não se descobre a Cuba que Noronha esconde no primeiro momento, no imediato contato. Ela vai se impregnando aos poucos, se revelando em pequenos gestos e preciosos detalhes. Quanto mais se conhece essa outra Noronha, mais parecida com Cuba ela vai ficando. E nada é mais Cuba em Noronha do que a impossibilidade da livre expressão. Não de uma forma escancarada, com sanções publicadas em diário oficial e tanques nas ruas, como ocorre nas ditaduras personificadas por generais autoritários. O regime aqui é outro. A opressão é disfarçada. Acontece da porta de casa para dentro. Justamente por ser camuflada torna-se ainda mais difícil de ser combatida. Não se derruba o que não se vê. Apenas se sente.
É de sentimentos, abafados e escondidos, que é feita esta reportagem. A coragem de trazê-los à tona por moradores cansados de um isolamento geográfico, político e cultural lançou interrogações intrigantes no ar. Como uma ilha com apenas quatro mil habitantes e 17 quilômetros quadrados convive com tantas mazelas sociais e vícios de gestão pública típicos de grandes metrópoles ou de sertões esquecidos? E por que esse outro arquipélago, até então sinônimo de paraíso, demorou tanto para ser descoberto? Nas páginas deste especial, Fernando de Noronha como nunca se viu. Como sequer se supunha existir.
A FAVELA DE ZINCO
Favela em Fernando de Noronha tem nome de presídio. Chama-se Carandiru. É um prédio público, escondido no fim de uma rua enlamaçada e ocupado por famílias que não têm onde morar. São nove adultos e sete crianças disputando o mesmo banheiro, o mesmo varal. Brigando por eles até. Pai, mãe e filhos espremidos em quartinhos sem nenhuma privacidade. Quando chove, tem que colocar prego no forro, porque senão o teto cai na cabeça das crianças. Já ocorreu outras vezes. Toda noite, o medo é que aconteça de novo.
Favela em Fernando de Noronha não é de taipa. É de zinco. O lugar mais parece um ferro-velho, com casas de metal retorcido e queimado. São os iglus. Herança dos soldados americanos. Do tempo da Segunda Guerra Mundial. Lá também ninguém dorme quando chove. É que as paredes dão choque. Vez ou outra um iglu pega fogo. A última vez foi no Carnaval deste ano. Quando viram, o ferro já tinha sido devorado pelas chamas. O local é condenado pelo Corpo de Bombeiros e pela Vigilância Sanitária. Lá vivem 11 pessoas que não têm para onde ir. Por causa dos riscos, a qualquer hora elas temem que uma medida judicial mande o trator colocar tudo abaixo. Até lá, esperam por uma casa de tijolo que nunca chega.
“A gente vai falar com o administrador e ele enrola: ‘Daqui a um mês eu dou a resposta’. Isso é o que ele diz para todo mundo. Mas eu não posso mais esperar. Quem vai responder pela minha morte, do meu neto, do meu filho? Eu vivo aguardando o choque fatal”, desabafa Maria das Graças Caldas, que há seis anos vive na favela de zinco. Nascida em Noronha, ela ganha a vida como guia turística. E se envergonha do lugar onde mora. “Quando os turistas insistem em me deixar em casa, eles se assustam com o que vêem. Ficam surpresos que exista favela em Fernando de Noronha. Não me orgulho de trazê-los aqui. Mas não posso viver como fantasma.”
Descobrir as favelas que se escondem no paraíso exige esticar o olhar para além da paisagem. Os iglus condenados ficam por trás do Projeto Tamar, que monitora espécies de tartarugas marinhas ameaçadas de extinção. Dia e noite dezenas de turistas visitam o local para assistir a palestras, comprar suvenires, ver e admirar a Noronha ecologicamente correta que cuida e preserva a natureza. Saem de lá encantados, sem saber que no quintal das famosas tartarugas dona Graça passa a noite acordada com ratos dentro de casa e medo de choque elétrico.
O Carandiru é ainda mais invisível. Só passa pela rua de lama, na Vila do Trinta, onde as famílias se amontoam no prédio invadido, quem vive o dia a dia da ilha. E como é viver num lugar com nome de presídio? Quem responde é Airon Pereira, 28 anos, nascido no arquipélago. “Eu nunca fui preso, mas é um sentimento muito ruim. Pesa na gente. Tento não lembrar desse nome, já que não tenho outra saída”, resigna-se. Ouvir a sua história é acompanhar como a ilha dos ilhéus, de muitos anos atrás, foi se transformando na ilha dos turistas, dos dias de hoje. “As casas onde antes a gente comia e tomava banho viraram quartos de aluguel, pousadas. As famílias vivem espremidas num quartinho no quintal porque a casa foi adaptada para virar hospedaria”, diz.
A fala de Airon sintetiza uma parte da realidade da ilha na questão habitacional. Como o custo de vida em Fernando de Noronha é altíssimo, só ganha dinheiro quem trabalha com turismo. E, para muitos moradores, a única forma de fazer dinheiro é abrindo mão da própria casa para transformar em quartos para turistas. O problema é ainda mais grave porque as famílias se reproduzem, os filhos crescem, casam, separam e não há para onde ir. Ficam todos espremidos no mesmo quartinho nos fundos de casa.

A outra ponta do problema é mais complexa. Diz respeito aos que nem sequer têm casa ou um terreno para morar. Um quartinho em Fernando de Noronha chega a custar R$ 1.000, o aluguel. Para quem ganha R$ 1.200 de salário, como Airon, só resta o Carandiru. Existe hoje uma lista com mais de 300 moradores em Fernando de Noronha esperando casas do governo. Airon diz que tem vergonha de ir na administração e mostrar seu rosto lá. Porque toda vez que ele vai escuta a mesma coisa: “Você é só mais um morador que passa pelo mesmo problema”. Ele é só mais um sem-teto na ilha paradisíaca.
Leia mais: Jornal do Commércio - Recife

Rosana Simpson

quinta-feira, 7 de julho de 2011

FOTOS DE MÓLECULAS DA ÁGUA

Masaru Emoto, cientista japonês demonstrou como o efeito de determinados sons, palavras, pensamentos, sentimentos alteram a estrutura molecular da água.
A técnica consiste em expor a água a esses agentes e congelá-la e depois fotografar os cristais que se formam com o congelamento.


 

A estrutura da água






Molécula de água na nascente







Molécula em rio poluído


 

 


O Dr. Emoto colocou entre dois alto-falantes que emitiam o som de uma oração e, após algum tempo, congelou a água e fotografou os cristais que se formaram.


 



Molécula da água exposta a energia do som da ária para corda em sol, de Bach.







A mesma molécula de água exposta ao som de um rock heavy metal.

 



 

Molécula de água exposta ao som de um "muito obrigado".


 


 


Molécula de água exposta ao som de "uma ameaça de morte".






 

Rosana Simpson

quarta-feira, 22 de junho de 2011

VACINA ANTI-CÂNCER: RINS E PELE

Boas notícias!!!

Já existe vacina anti-câncer (pele e rins). Foi desenvolvida por cientistas médicos brasileiros, uma vacina para estes dois tipos de câncer, que se mostrou eficaz, tanto no estágio inicial como em fase mais avançada.
 A vacina é fabricada em laboratório utilizando um pequeno pedaço do tumor do próprio paciente. Em 30 dias está pronta, e é remetida para o médico oncologista do paciente.
Nome do médico que desenvolveu a vacina: José Alexandre Barbuto

 Hospital Sírio Libanês - Grupo Genoma.
Telefone do Laboratório: 0800-7737327 - (falar com Dra. Ana Carolina ou Dra.Karyn para maiores detalhes)
Divulguem esta vitória da medicina genética brasileira!  Alguém pode  estar precisando!

Rosana Simpson

VOCÊ SABE QUEM É ODILON DE OLIVEIRA?

Odilon de Oliveira, de 56 anos, estende o colchonete no piso frio da sala, puxa o edredom e prepara-se para dormir ali mesmo, no chão, sob a vigilância de sete agentes federais fortemente armados. Oliveira é juiz federal em Ponta Porã , cidade de Mato Grosso do Sul na fronteira com o Paraguai e, jurado de morte pelo crime organizado, está morando no fórum da cidade. Só sai quando extremamente necessário, sob forte escolta. Em um ano, o juiz condenou 114 traficantes a penas, somadas, de 919 anos e 6 meses de cadeia, e ainda confiscou seus bens. Como os que pôs atrás das grades, ele perdeu a liberdade. 'A única diferença é que tenho a chave da minha prisão.'
Traficantes brasileiros que agem no Paraguai se dispõem a pagar US$ 300 mil para vê-lo morto. Desde junho do ano passado, quando o juiz assumiu a vara de Ponta Porã, porta de entrada da cocaína e da maconha distribuídas em grande parte do País, as organizações criminosas tiveram muitas baixas.Nos últimos 12 meses, sua vara foi a que mais condenou traficantes no País.
Oliveira confiscou ainda 12 fazendas, num total de 12.832 hectares , 3 mansões - uma, em Ponta Porã , avaliada em R$ 5,8 milhões - 3 apartamentos, 3 casas, dezenas de veículos e 3 aviões, tudo comprado com dinheiro das drogas. Por meio de telefonemas, cartas anônimas e avisos mandados por presos, Oliveira soube que estavam dispostos a comprar sua morte.
'Os agentes descobriram planos para me matar, inicialmente com oferta de US$100 mil.' No dia 26 de junho, o jornal paraguaio Lá Nación informou que a cotação do juiz no mercado do crime encomendado havia subido para US$ 300 mil. 'Estou valorizado', brincou. Ele recebeu um carro com blindagem para tiros de fuzil AR-15 e passou a andar escoltado.
Para preservar a família, mudou-se para o quartel do Exército e em seguida para um hotel. Há duas semanas, decidiu transformar o prédio do Fórum Federal em casa. 'No hotel, a escolta chamava muito a atenção e dava despesa para a PF.' É o único caso de juiz que vive confinado no Brasil. A sala de despachos de Oliveira virou quarto de dormir. No armário de madeira, antes abarrotado de processos, estão colchonete, roupas de cama e objetos de uso pessoal. O banheiro privativo ganhou chuveiro. A família - mulher, filho e duas filhas, que ia mudar para Ponta Porã, teve de continuar em Campo Grande. O juiz só vai para casa a cada 15 dias, com seguranças. Oliveira teve de abrir mão dos restaurantes e almoça um marmitex, comprado em locais estratégicos, porque o juiz já foi ameaçado de envenenamento. O jantar é feito ali mesmo. Entre um processo e outro, toma um suco ou come uma fruta. 'Sozinho, não me arrisco a sair nem na calçada..'  
Uma sala de audiências virou dormitório, com três beliches e televisão. Quando o juiz precisa cortar o cabelo, veste colete à prova de bala e sai com a escolta. 'Estou aqui há um ano e nem conheço a cidade.'
Na última ida a um shopping, foi abordado por um traficante. Os agentes tiveram de intervir. Hora extra. Azar do tráfico que o juiz tenha de ficar recluso. Acostumado a deitar cedo e levantar de madrugada, ele preenche o tempo com trabalho. De seu 'bunker', auxiliado por funcionários que trabalham até alta noite, vai disparando sentenças. Como a que condenou o mega traficante Erineu Domingos Soligo, o Pingo, a 26 anos e 4 meses de reclusão, mais multa de R$ 285 mil e o confisco de R$ 2,4 milhões resultantes de lavagem de dinheiro, além da perda de duas fazendas, dois terrenos e todo o gado. Carlos Pavão Espíndola foi condenado a 10 anos de prisão e multa de R$ 28,6 mil. Os irmãos , condenados respectivamente a 21 anos de reclusão e multa de R$78,5 mil e 16 anos de reclusão, mais multa de R$56 mil, perderam três fazendas. O mega traficante Carlos Alberto da Silva Duro pegou 11 anos, multa de R$82,3 mil e perdeu R$ 733 mil, três terrenos e uma caminhonete. Aldo José Marques Brandão pegou 27 anos, mais multa de R$ 272 mil, e teve confiscados R$ 875 mil e uma fazenda.

Doze réus foram extraditados do Paraguai a pedido do juiz, inclusive o 'rei da soja' no país vizinho, Odacir Antonio Dametto, e Sandro Mendonça do Nascimento, braço direito do traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar. 'As autoridades paraguaias passaram a colaborar porque estão vendo os criminosos serem condenados.' O juiz não se intimida com as ameaças e não se rende a apelos da família, que quer vê-lo longe desse barril de pólvora. Ele é titular de uma vara em Campo Grande e poderia ser transferido, mas acha 'dever de ofício' enfrentar o narcotráfico. 'Quem traz mais danos à sociedade é mega traficante. Não posso ignorar isso e prender só mulas (pequenos traficantes) em troca de dormir tranqüilo e andar sem segurança.'
Este é o cara e merece nossos aplausos!
Por acaso a mídia noticiou essa bravura que o brasil precisa saber? Não, agora se ele fosse um BBB...
 ou jogador de futebol... Apareceria em tudo!
Este sim, é um verdadeiro brasileiro!!!!
Divulguem para o exterior para que vejam como é feita a "Justiça" no Brasil.
Rosana Simpson

segunda-feira, 13 de junho de 2011

TORRE MALAKOFF - ECLIPSE DA LUA


Eclipse da Lua:
No dia 15 de junho de 2011, quarta-feira, ocorrerá um Eclipse Total da Lua que será visto no Recife e em todo o Brasil a partir das 17 horas até às 18:30 horas. Após o Eclipse, a Lua continuará cheia e bela como sempre e será contemplada com Lunetas, Telescópios e a “olho nu” do Observatório da Torre Malakoff com apoio de Astrônomos de diversas entidades e instituições. Um eclipse é um fenômeno natural que ocorre quando a Terra, a Lua e o Sol estão em um alinhamento especial.

A FUNDARPE, A Torre Malakof, a Sociedade Astronômica do Recife, O Espaço Ciência/SECTEC, a CECINE/UFPE e Núcleo de Ensino a Distância – EaD/UFRPE estarão disponibilizando monitores todas as sextas-feira e domingos, das 16 horas até as 19 horas, para no Observatório contemplarem o Céu com suas Constelações, Planetas, Estrelas, e todos os seus “mistérios” e maravilhas cósmicas. Haverá, também, vídeos-debates, minicursos, palestras e mesas-redondas sobre temas variados da ciência (Astronomia, Astrologia, Ufologia, Mitologia, etc).


Rosana Simpson

quarta-feira, 25 de maio de 2011

FUNDARPE PROMETE PAGAR CREDORES

Débitos que fazem aniversário

Em nova gestão, Fundarpe se compromete a pagar a todos os credores até o fim deste mês

Por Carolina Santos

carolinasantos.pe@dabr.com.br 

Casarão da Aurora abriga Secretaria de Cultura e Fundarpe. Foto: Lais Telles/Esp. DP/D.A Press

"Muito obrigada por sua paciência, Alessandra". A frase de despedida se repete há mais de dois anos toda vez que a cantora Alessandra Leão liga para a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) em busca de informações sobre dois cachês que o órgão lhe deve. Desde 2009, as dívidas da Fundarpe se tornaram anedóticas: elas completam aniversário. Alessandra é credora em dois projetos. O primeiro, um disco em homenagem ao artista popular Biu Roque, está com dois anos e um mês; o segundo, de avaliação dos projetos do edital do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), completou um ano. "Biu Roque morreu e não viu o disco pronto, enquanto artistas de fora recebem cachês exorbitantes. É um discurso muito truncado do governo, quais as prioridades dessa tal Nação Cultural?", questiona a cantora.
Histórias como a dela se repetem em todas as áreas. Em outubro de 2009 a poetisa Clara Angélica foi convidada para levar seu projeto Livros andantes para a Bienal do Livro de Pernambuco. O custo era de R$ 60 mil. A Fundarpe deu um adiantamento da maior parte do dinheiro, mas ficou de pagar em 15 dias os R$ 5,1 mil que seriam para os cachês dos agentes literários de Amaraji, cidade que sedia o projeto. Até hoje o dinheiro não foi pago. "No ano passado entreguei toda a documentação, inclusive com o relatório fotográfico do evento. Não obtive resposta. Os agentes ligam, cobram, querem receber o dinheiro deles", lamenta Jô Conceição, produtora do projeto. Na semana passada, veio uma esperança. "Estive lá na Fundarpe e disseram que até o fim do mês devo receber o resto do pagamento. Foi a primeira vez que deram uma data certa", conta Jô.
O prazo que ela recebeu é o que a nova gestão da Fundarpe, que assumiu em meados de fevereiro, estabeleceu para quitar todas as dívidas da administração passada. De acordo com o órgão, nos últimos meses cerca de 300 credores já receberam o dinheiro que o órgão público lhes deve. "Falta pagar 298 credores, o que representa, em dinheiro, cerca de 50% da dívida de R$ 18 milhões da Fundarpe", explica a diretora de gestão, Sandra Simone Santos. Para quitar as dívidas, uma força-tarefa formada por quatro funcionários se dedica exclusivamente às burocracias dos processos de pagamento.

Severino Pessoa,é presidente da Fundarpe
O novo presidente do órgão, Severino Pessoa, afirma que a Fundarpe trabalha agora para implantar um prazo de pagamento entre 15 e 45 dias. "Os artistas que trabalharam no festival Nação Cultural na Mata Norte, ocorrido em abril, já estão sendo pagos", garante o secretário, lembrando que as exigências para pagamento são as mesmas da gestão passada. Ou seja, muita burocracia. "São exigências legais, já que somos uma instituição pública", esclarece o presidente. "Até 2006 a Fundarpe executava um orçamento abaixo de R$ 30 milhões. Na gestão Eduardo Campos esse número quadriplicou: no ano passado o orçamento foi de R$ 120 milhões, incluindo a dívida. É um volume muito grande em pouco tempo. É comum, na esfera pública, que dívidas de um ano sejam pagas no outro. O dinheiro estava garantido, o atraso ocorreu por uma questão operacional", justifica Pessoa.

Em novembro do ano passado, a Fundarpe divulgou que a dívida com artistas e produtores era de R$ 3.258.700,32. Quando a nova equipe assumiu, fez um levantamento e chegou ao valor superior aos R$ 18 milhões. Para pagar a dívida da Fundarpe, o governo do estado transferiu mais de R$ 15 milhões para o órgão. O dinheiro restante já estava no caixa. Apesar de evitar comparações em relação à gestão anterior, Severino Pessoa afirma que, de agora em diante, as dívidas serão pagas no prazo, sem direito a aniversário. "Quem vem depois tem a vantagem de adquirir a experiência da gestão anterior", pondera.


Reforma de funções

A nova configuração da Fundarpe e da Secretaria de Cultura é o principal indício de que o problema dos pagamentos de cachês será realmente resolvido. Se antes a Fundarpe concentrava praticamente todas as ações da política cultural do estado, agora fica só com a execução. Reformulada, a Secretaria de Cultura funciona planejando as ações, com diretorias específicas para cada setor da cultura. Tanto a Fundarpe quanto a Secretaria funcionam no mesmo casarão na Rua da Aurora, o que favorece o diálogo entre os integrantes das instituições. As reformas ainda estão sendo feitas para abrigar os funcionários das duas instituições, como um novo sistema de ar-condicionado, ao custo de R$ 300 mil.

O organograma da Secretaria de Cultura mudou, com a criação de novas diretorias e coordenadorias. Entre elas está a de Políticas Culturais, comandada por Carlos Carvalho, que tem como objetivo implementar, por meio das coordenadorias, a formulação, discussão e articulação das políticas culturais do estado, além de dar orientação e apoio às diversas linguagens culturais. São nove coordenadorias: artesanato, audiovisual, artes plásticas, música, moda, literatura, fotografia, arte popular e artes cênicas.

Na Fundarpe, houve a criação da Diretoria de Produção, que fica responsável por acompanhar eventos como feiras, festivais e outras ações desenvolvidas pela Secretaria de Cultura/Fundarpe.
Clique aqui e baixe o organograma das instituições.



"Pretendo investir na agilização dos editais" . Foto: Ricardo Fernandes/DP/D.A Press

Entrevista >> Fernando Duarte

Arte e política na cabeça

Secretário de Cultura, o artista plástico Fernando Duarte, quer usar a burocracia em favor das ações democratizadas no setor

O engenheiro e artista plástico Fernando Duarte, 52 anos, filiado ao PT, está no cargo de Secretário de Cultura do estado desde janeiro de 2011. Nesta entrevista, a primeira concedida à imprensa ocupando o gabinete de secretário (instalado no primeiro andar do prédio da Fundarpe), Duarte comenta sobre suas ações iniciais junto ao novo órgão - efeito político da controversa despedida da ex-presidente da Fundação, Luciana Azevedo.

Militante do movimento estudantil; ex-funcionário do Banco do Brasil e integrante do movimento sindical nos anos 1980, o secretário, segundo autodefinição, não é "um neófito na questão da estrutura do estado": foi presidente da Fundação de Cultura da Cidade do Recife (durante gestão João Paulo), e atuou como assessor executivo da atual secretaria municipal de Cultura.

"Estou o todo tempo pensando sobre políticas públicas para cultura, promovendo debates e levando toda essa experiência anterior. Sou um militante político e um militante das artes. Todas as minhas habilidades (tudo o que eu fiz até hoje) estão sendo empregadas aqui e minha experiência burocrática me ajuda a pensar que os processos administrativos têm que estar a favor: a burocracia não é contra a cultura", avalia.

"Quando se trata de dinheiro público temos que ter o cuidado da prestação de contas e de
ser extremamente democráticos"

Fernando Duarte,
Secretário de Cultura
do estado de Pernambuco
Na sua visão, qual o papel do estado em relação à Cultura?
Em um estado que é hegemônico na cultura como é Pernambuco, é evidente que o estado (como um todo) é fundamental enquanto complemento, ou suporte, para formação de público; na formação profissional; assim como na construção de uma estrutura para o campo. São coisas que estamos construindo. O governo do estado, especificamente, tem uma importância maior ainda no processo. Por exemplo, temos os três ciclos muito fortes (um carnaval consolidado; um São João que acontece em todos os 185 municípios; assim como o Natal, com seus pastoris, bois, presépios.), enfim, somos um estado importantíssimo na música, nas artes plásticas, na literatura e particularmente, não concebo a cultura acontecendo fora do território: o território é fundamental para a função cultural, principalmente para a grande característica de nossa cultura que são os acontecimentos presenciais (como é a música, a dança e as manifestações populares).

É possível diminuir a burocracia dos editais?
Pretendo investir bastante na agilização das seleções e na possibilidade de capacitação em todo o estado. O edital é uma forma de você fazer as coisas acontecerem, mas quando se trata de dinheiro público temos que ter o cuidado da prestação de contas e o cuidado de ser extremamente democráticos (possibilitando que todas as pessoas tenham acesso aos editais). É verdade que eles não precisam ser complicados e podem ser mais simples (em seus critérios, suas comissões, seus julgamentos), ainda que não dê para simplificar nas prestações de contas (naquilo que a legislação exige). Então, o que eu penso que pode funcionar como uma contrapartida? A formação dos produtores e agentes culturais. Até pouco tempo, a cultura era feita no balcão: não precisava de edital. Mesmo assim, apesar de ser uma coisa nova, hoje já há produtores gabaritados, que fazem um projeto num piscar de olhos. É uma questão de tempo, é como dominar as regras de um jogo, que parecem difíceis no começo, mas depois vira rotina.

Como se deu a criação da Secretaria de Cultura? Como foi distribuição de papéis com a Fundarpe (anteriormente subordinada à Secretaria de Educação)?
O governador Eduardo Campos deu status de secretaria à cultura. Já existia a Fundarpe, fazendo um grande trabalho com Luciana Azevedo e equipe, e existia uma Secretaria Especial de Cultura, com seus papéis mais simplificados. Quando o governador cria a Secretaria de Cultura ele aponta claramente para uma visão estratégica de ampliação do papel da cultura. Na criação em si, na concepção que estamos levando, pensei no papel da Fundarpe como a grande executora da política (um organismo vinculado à Secretaria de Cultura, com um papel executivo muito forte - com um setor de produção, um setor de gestão, com um setor de equipamentos). O Funcultura e o setor de preservação, por definição da Fundarpe, permanecem como suas atribuições. Não tinha muito sentido eu tirar o patrimônio: é algo que está nome da própria Fundarpe e seria necessário modificar algumas leis. Todas as outras partes de elaboração estão na secretaria. Criamos uma ideia de que não há uma separação. Temos uma secretaria que elabora, planeja, faz propostas para as políticas culturais e para formação. A estrutura não é ainda ideal. Precisaremos ampliá-la, dado a importância da extensão das políticas que já vinham sendo realizadas. Isso implica o estudo da possibilidade de concursos públicos (para se ter um quadro vinculado à própria secretaria). De uma maneira geral ainda precisamos de mais pessoas, já que se trata de um número pequeno (hoje são 70 comissionados). Algo que está em estudo e faz parte do plano a ser pactuado. O desafio é grande. De montar, estruturar, pegar o que já vinha sendo feito e fazer com que isso se amplie, se consolide, se regionalize, que a gente atenda ao tradicional e à vanguarda, que a gente continue atendendo aos instrumentos de democracia: os editais, as reuniões de conselhos.

Um dos pontos mais criticados na gestão anterior da Fundarpe foi a falta de um olhar curatorial autônomo para cada equipamento. Haverá uma transformação neste sentido?
Alguns equipamentos que têm uma vocação para ser um centro para certas manifestações, como é o caso da Torre Malakoff (espaço para a fotografia e música, por exemplo). Outros são mais específicos, como os museus e cinemas. A intenção é expandir a ideia das curadorias, dos conselhos, fazer com isso tenha um bom funcionamento. Outra ideias é investir em centros destinados a múltiplas linguagens.

Na gestão anterior, não houve um desequilíbrio em relação ao que foi investido em eventos sazonais e o que foi investido na estrutura dos equipamentos?
A intenção é termos todos os equipamentos abertos, equipados e com condições de funcionamento. Isso não é nada gigantesco, mas básico. Mesmo que pequeno, o gestor poderá contar com um orçamento para oficinas e exposições, por exemplo.


Figura discreta

Fernando Duarte é uma figura discreta. Nos mais de quatro meses enquanto secretário, pouco se pronunciou em público e não rebateu nenhuma crítica à antiga gestão da Fundarpe. Segundo o secretário, o motivo da discrição pode ser lida em um plano de ação (já finalizado) que apresentaria no mês passado ao governador do estado, não fosse o atraso de agendas em função das chuvas. No plano, estão detalhados o orçamento para cada setor e linguagem abrigados pelo novo órgão. De acordo com o secretário, o conteúdo deve se tornar público nos próximos dias, após aprovação final de Eduardo Campos.
"Não vou falar do que eu não vou fazer, já que isso só posso fazer quando tudo estiver compactuado com o governo como um todo. Estamos em pleno processo de um sistema de produção de cultura, buscando que este sistema tenha um orçamento garantido para cada ente; uma estrutura (de equipamentos - o que supõe um orçamento e recursos humanos que faça a coisa funcionar); e por último uma política definida. É fundamental que você tenha ideias, formas políticas que definam o que é estratégico. O quanto vou fazer vai depender da pactuação com o governo", pondera Duarte.
Não obstante a discrição do secretário, alguns pontos do plano já circulam nos corredores da secretaria. O projeto Nação Cultural, por exemplo, deve ser levado às escolas e os alunos estimulados a produzir conteúdo para o portal do projeto; os festivais serão mais descentralizados (o Festival de Inverno de Garanhuns, por exemplo, ganhará ações e atrações em cidades vizinhas); outro investimento dado como certo é que alguns equipamentos do interior como Cinetetaro Polytheama, em Goiana, e o Cineteatro Guarany, em Triunfo, ganharão programação para todo o ano; além disso, as ações da secretaria se aproximarão das linhas do programa social Pacto pela Vida.

Na esteira das novas ações, Duarte antecipa um "plano de conservação e preservação de todos os equipamentos". Sobre os pagamentos pendentes e dívidas assumidas por Luciana Azevedo, Duarte reafirma a posição da atual presidência da Fundarpe: "Questões pontuais, como empenhos cancelados, estão sendo providenciadas ao longo do tempo".

Rosana Simpson